Aleae Consultoria agora é Quantitus

 

EMPRESAS

 

A Quantitus oferece soluções em precificação de ativos e derivativos, estrutura processos de hedge de riscos cambiais e de commodities, realiza cálculo de fair value de instrumentos financeiros complexos e elabora o plano de opções de compra de ações para os executivos da sua empresa. 

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FAIR VALUE E MARCAÇÃO A MERCADO

 

A precificação de instrumentos financeiros pode se tornar uma tarefa complexa, dependendo das características, se possuem derivativos embutidos como os títulos híbridos. Uma das maiores especialidades é a precificação desses instrumentos. Veja mais detalhes aqui

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STOCK OPTION PLAN

 

A rentenção de executivos chave da empresa se tornou uma necessidade para a segurança da continuidade dos negócios, o plano de opções de compra de ações ou Stock Option Plan é uma forma de remuneração baseada em ações utilizadas como mecanismo de atração e retenção de pessoas importantes para a empresa. A Quantitus atua na elaboração dos planos e cálculo de fair value. Veja mais detalhes aqui

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HEDGE PARA EMPRESAS

 

A empresa que possui dívidas em dólar, ou contas a receber em outras moedas ou até mesmo custos que dependem do preço de commodities está sujeita a volatilidade dos preços de ativos e moedas. A Quantitus oferece os procedimentos necessarios para sua gestão de hedge. Veja mais detalhes aqui

 

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Fair value e marcação a mercado

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FAIR VALUE

 

O fair value é uma estimativa do valor de mercado de um instrumento financeiro, equivalente a comparar o quanto deveria valer o ativo, ou passivo, se fosse negociado a mercado na data base de avaliação. O fair value segue o conceito de mark to market, em geral o valor de mercado pode ser obtido por market value, quando o ativo é negociado no mercado e possui valor recente de negociação, por exemplo, uma ação negociada em bolsa.

Quando o ativo não possui histórico de negociação, ou quando a última negociação estiver defasasada, deve-se utilizar o conceito de fair value. No fair value o valor justo do ativo é obtido por comparação com outros ativos ou com curvas de mercado.

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AVALIAÇÃO DE INSTRUMENTO FINANCEIRO

 

O valor justo para reconhecimento de um instrumento financeiro deve ser calculado na data base de reconhecimento ou a cada publicação de balanço. Podem ser ativos, passivos financeiros, derivativos ou instrumentos híbridos. Em alguns casos, o cálculo de fair value não é trivial, como nos derivativos, onde existem variáveis estocásticas. Quando o ativo é avaliado na data base, essas variáveis mudam, assim como as premissas de avaliação.

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TÍTULO HÍBRIDO

 

Um título híbrido possui derivativos embutidos e outros componentes, geralmente uma dívida. Por exemplo, uma debênture com cláusulas de conversibilidade em ações, onde o componente equity, representado pela opcionalidade, deve ser avaliado separadamente do componente dívida. Os derivativos embutidos são cláusulas que trazem incertezas quanto a ocorrência e magnitude dos fluxos de caixa esperados. Essa incerteza pode ser referente a taxa de juros, preço de commodity, taxa de câmbio, índice de preços, índice de crédito ou outra variável. O derivativo que esteja vinculado ao instrumento financeiro, mas que possa ser contratualmente destacado desse instrumento, não é derivativo embutido, mas instrumento financeiro separado.

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NOSSA METODOLOGIA

 

Cada instrumento financeiro possui variáveis e fatores de risco distintos. Para o cálculo de fair value de cada instrumento deve-se utilizar métodos quantitativos e modelos que tenham embasamento teórico que sejam amplamente aceitos na comunidade acadêmico financeira internacional. Por exemplo, para avaliar uma opção de compra européia de ações pode-se utilizar o modelo de Black & Scholes (1973), porém para avaliar um plano de opções de compra de ações para executivos, pode-se utilizar métodos numéricos baseados em simulação de Monte Carlo com um processo estocástico específico. Ou seja, a equipe da Quantitus avalia cada caso e o modelo mais adequado. Além disso, as variáveis utilizadas para implementação do modelo são cuidadosamente estudadas..

Nossos laudos de avaliação são minunciosos e detalhados, o que facilita o processo de auditoria, além do mais, nossa equipe fica à disposição para responder aos questionamentos da auditoria independente em relação aos nossos cálculos de fair value.

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Stock option plan

 

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O que é o Plano de Opções?

 

As opções para executivos são uma forma de remuneração baseada em ações, utilizadas como mecanismo de atração e retenção de pessoas importantes para a empresa. Geralmente, faz parte do pacote de remuneração oferecido pela companhia e é também uma forma do beneficiário do plano tornar-se sócio.
O plano de opções de compra de ações tem como objetivo alinhar os interesses dos administradores, beneficiários do plano, com os interesses dos acionistas e mitigar o conflito de agência, ao vincular os ganhos desses administradores com o aumento de valor da ação da companhia.
Os planos de opções de ações possuem uma estrutura muito similar a das opções de compra de ações, as calls, pois também possuem preço de exercício e prazo para vencimento.
É conveniente lembrar que o plano de opções é um benefício adicional ao pacote de remuneração dos executivos, ou seja, não é excludente aos planos de bônus ou participação nos resultados.

O plano de opções consiste no direito de compra de certa quantidade de ações da companhia, cedido ao funcionário beneficiário do programa, a um determinado preço de exercício por ação – ou preço de compra da ação – que deve ser exercido em um período, ou prazo de exercício.
Na data do exercício do direito, as ações alienadas ao beneficiário do plano devem ser objeto de uma nova subscrição ou devem estar em tesouraria.
Os demais acionistas da empresa não têm direito de subscrição sobre as ações destinadas aos planos de opções. Dessa forma, ocorre a diluição do capital da companhia proporcional à quantidade das novas ações subscritas.
O beneficiário do plano pode exercer o direito de compra das ações disponibilizadas a partir de cada uma das datas de maturação (vesting) do plano, podendo exercer o direito de compra até a data de expiração do direito.

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Qual a obrigação das Companhias?

 

As Companhias devem apresentar demonstrativos financeiros em conformidade com os novos padrões contábeis brasileiros (Lei 11.638 publicada em 28 de dezembro de 2007). Portanto, os planos de opção de compra de ações devem ser avaliados na data das concessões dos direitos aos seus beneficiários, conforme a norma contábil internacional IFRS 2, na qual se baseia o “Pronunciamento Técnico CPC nº. 10 – Pagamento Baseado em Ações” aprovado pela Deliberação CVM nº. 562/08.

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Nossa Metodologia para avaliar os Planos de Opções

 

Os Plano de opções podem diferir muito entre um e outro. Existem diferenças se as outorgas do plano são do tipo primário (emitido pela Companhia) ou secundário (emitido pelo acionista controlador). Em ambos os casos a Companhia precisa reconhecer as despesas onde os serviços estão sendo prestados. Se o plano vier a sofrer modificações, como redução de preço de exercício ou extensão do prazo do direito, a Companhia também deve reconhecer despesas relativas a ampliação dos benefícios emitidos ou outorga de novos direitos.
A nossa metodologia consiste na utilização de modelo de precificações de Opções na fronteira do conhecimento em derivativos. Alguns planos podem utilizar equações fechadas como o modelo de Black e Scholes (1973), Merton (1973) ou Garman–Kohlhagen (1983). E casos específicos, quando são utilizadas estrutura americanas (direito a qualquer momento) ou travas de preços, o modelo para precificação deverá ter como base um procesos estocástico com Simulação de Monte Carlo ou Modelo Binomial.

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Solução SOPSYS - Stock Option System

 

O SOPSYS é um sistema integrado, utilizado por Companhias que possuem Planos de Opções, que fornece informações para o beneficiário do Plano, para o Departamento de Recursos Humanos, para o Departamento Financeiro e para a Contabilidade.
Uma solução completa oferecida pela Quantitus Consultoria para seus clientes.
As Companhias podem ser fechadas ou abertas, com opções outorgadas com liquidação em caixa - Liability Plan, ou liquidação feita com intrumentos patrimoniais - Equity Plan.
Com o SOPSYS a outorga de opções fica organizada e os beneficiários poderão acessar sua posição de opções de ações em qualquer momento.
Solicite uma demonstração do SOPSYS em sua empresa.

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A Quantitus tem a solução completa

 

Quando a Quantitus o auxilia a empresa com seu plano de opções, sob a luz do CPC10, oferecemos as seguintes soluções:
 

 - Elaboramos o plano de opções, com nossa experitise de mais de uma década;

 - Contratos de outorga e termo de exercício, para os beneficiários do Plano;

 - Avaliação do plano na data de outorga, conforme CPC10;

 - Cálculo para apropriação de despesas trimestrais;

 - Texto para notas explicativas ;

 - Implementamos o SOPSYS - Stock Option System-  sistema para controle do Plano e informação para os beneficiários;

 - Respondemos diretamente aos questionamtentos da auditoria sobre os métodos utilizados.

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Será um prazer conversar sobre o seu Plano

 

Fique à vontade para entrar em contato, teremos prazer de marcar uma visita para conversarmos sobre a melhor solução para sua Companhia. Contate-nos.

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Hedge para empresas

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Derivativos e hedge

 

As empresas utilizam o mercado de derivativos para se proteger contra os riscos de preços de moedas, do mercado de commodities e taxas de juros. O intuito do hedge para as empresas é minimizar riscos que não são diretamente inerentes a atividade operacional, com maior previsibilidade nos resultados.

A elaboração de uma política de hedge detalhada que defina os procedimentos para o hedge pode permitir que a empresa identifique os riscos no qual está exposta, mensure esses riscos e defina quais são os derivativos adequados para mitigar esses riscos.

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Proteção para os resultados

 

A execução de um hedge tem como objetivo oferecer proteção e segurança. A melhor analogia para o hedge é o seguro de bens. Nesse caso, entenda o hedge como um seguro para preços ativos financeiros ou commodities.

O hedge é uma das formas de reduzir a volatilidade dos lucros de uma empresa e, dessa forma, também reduzir a probabilidade de a empresa entrar em dificuldades financeiras.

Além de aumentar a previsibilidade dos resultados e reduzir a probabilidade de entrar em dificuldades financeiras, o hedge permite uma melhor gestão dos ativos e passivos da empresa, ao torná-los menos voláteis. Assim como torna o fluxo de caixa mais previsível, principalmente em se tratando de recebíveis e exigíveis que não estão representados na moeda funcional da empresa.

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Política de hedge

 

A política de hedge tem como objetivo principal definir as diretrizes para que o processo de decisão, execução e acompanhamento do hedge seja realizado adequadamente para mitigar ou neutralizar os riscos a que sejam direcionados. Uma política de hedge pode ser isoladamente elaborada, ou ser parte integrante da Política de Gestão de Riscos.

A política de hedge deve ser elaborada dentro do contexto no qual a empresa esteja inserida, logo, as empresas que atuam em diferentes atividades podem possuir políticas de hedge distintas.

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Índice do Hedge

 

O índice de efetividade do hedge – IEH – é calculado dividindo-se as mudanças no valor justo do hedge pelas mudanças no valor justo do objeto de hedge, pode ser calculado pontualmente ou cumulativamente. Se o hedge é 100% efetivo, as mudanças no valor justo do hedge e do seu objeto serão as mesmas, porém com sinais inversos. Se as mudanças forem diferentes, ou seja, valor justo do objeto de hedge varie relativamente mais ou menos, teremos inefetividade do hedge.

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A Quantitus tem a solução completa para o hedge

 

Antes de iniciar o processo implantação do hedge, a empresa precisa identificar os fatores de risco na qual esteja exposta. Vamos entender os fatores de risco como variáveis financeiras cuja oscilação impactam o diretamente o resultado da empresa. A Quantitus realiza os seguintes trabalhos de consultoria com hedge e derivativos:

 

  • Mapeamento de fatores de risco
  • Selecão dos instrumentos derivativos elegíveis (NDF, swap, opções, e estratégias como o zero cost collar) 
  • Decidir qual a melhor hedge para a empresa: hedge de balanço, hedge de resultado e fluxo de caixa.
  • Cálculo de exposure cambial
  • Análises necessárias para notas explicativas das companhias
  • Analise de sensibilidade
  • Índice de hegde
  • Marcação a mercado de derivativos e do objeto de hedge
  • Testes de stress
  • Elaboração de política de hedge